domingo, 19 de outubro de 2025

Viagem Anual -2025 Rota Norte (1º dia)

 Rumo à Rota Norte – À aventura pela N222 e N103

Ah pois é…


Meio em cima da hora, meio à pressa e completamente sem planos — foi assim que arrancámos numa escapadinha épica rumo à mítica Rota Norte, com a N222 e a N103 como pano de fundo.

Os protagonistas desta viagem:

  • Edu e a sua ZZR 1200 "Bruta"

  • Grazina na imponente GoldWing "Traineira"

Eram 07h30 quando já me encontrava em Óbidos, a dar de beber à “Bruta”. Minutos depois, chegou o parceiro de viagem, montado na sua “Traineira Champagne”. Sem grandes cerimónias, seguimos pela Estrada Atlântica em direção ao Norte. Diga-se que esta estrada é um mimo!

 

Primeira paragem: São Pedro de Moel, para esticar as pernas. Pouco depois, já estávamos a rolar rumo à Figueira da Foz — sempre a bom ritmo, até que... algo começou a correr menos bem.

A “Traineira” começou a dançar de traseira — parecia furo, mas afinal não era. Fizemos uma pausa estratégica para um pequeno-almoço reforçado e seguimos em busca de uma oficina. Tivemos de voltar atrás alguns quilómetros até à Casa Ribeiro, em Vieira de Leiria.

Reviraram o pneu de cima a baixo... nada. Começava a parecer que íamos ter de desmontar meia mota. Até que — como nos bons filmes — o filho do Sr. Ribeiro dá um toque na válvula "et voilà! Estava ressequida e a perder ar. Trocaram-na ali mesmo, com uma simpatia e profissionalismo de louvar. Perdemos uma hora, mas ganhámos respeito por quem ainda sabe o que é desenrascar alguém. Obrigado, Casa Ribeiro! (www.casaribeiromotos.com) Bem haja!

Problema resolvido, seguimos para Aveiro, onde fizemos mais uma breve paragem. 

 

 


DE seguida, montados nas nossas máquinas, rumámos a Gulpilhares e Valadares, para visitar a incrível Capela do Senhor da Pedra — um verdadeiro postal à beira-mar!

 

  

 

 

Sob um calor abrasador, seguimos até ao Km 0 da N222, em Vila Nova de Gaia. Paragem estratégica no restaurante Parque Santa Luzia, onde, por apenas 10€, comemos uma refeição que parecia saída de um banquete: sopa de peixe, salada russa com filetes de pescada gigantes, pão, bebida, café… e ainda sobrou espaço para a sobremesa (quer dizer, não sobrou — estávamos demasiado cheios).

Cá em baixo, não se come tão bem… nem tão barato.

Além disso passados 30 segundos já estávamos a conviver com 3 outras pessoas da mesa do lado. Por sinal malta bem disposta e simpática!


Atravessámos a belíssima N222 com destino a Peso da Régua, onde íamos jantar, tomar um merecido banho e descansar. Pelo caminho, desviámo-nos um pouco da rota — culpa de sinalização confusa (e de um GPS que não ajudou muito). Dica útil: fiquem atentos aos marcos antigos na berma direita — são os vossos melhores guias.

Ainda houve um momento de desencontro em Castelo de Paiva, mas nada que nos travasse. 

 


Mais uma ou outra paragem cirúrgica para deslumbrar da paisagem e tranquilidade ensurdecedora:


 

 

 

 


 

 

Com mais uns quilómetros nas rodas, chegámos finalmente ao Peso da Régua, no meu caso com 520 kms.

 

 

 

Jantar? No clássico Restaurante O Maleiro:

Dormida? Na simpática Residencial Douro!


Abraço a todos e boas curvas!

Episódio 2 em breve! Mas... podem ver este pequeno vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=zS8N-SAnf0U



1 comentário:

  1. Boa essa estrada Atlântica é espetacular, EN 222 fabulástica . Abraço e boa continuação. Vai reportando. 👍

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