Rumo à Rota Norte – À aventura pela N222 e N103
Ah pois é…
Meio em cima da hora, meio à pressa e completamente sem planos — foi assim que arrancámos numa escapadinha épica rumo à mítica Rota Norte, com a N222 e a N103 como pano de fundo.
Os protagonistas desta viagem:
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Edu e a sua ZZR 1200 "Bruta"
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Grazina na imponente GoldWing "Traineira"
Primeira paragem: São Pedro de Moel, para esticar as pernas. Pouco depois, já estávamos a rolar rumo à Figueira da Foz — sempre a bom ritmo, até que... algo começou a correr menos bem.
A “Traineira” começou a dançar de traseira — parecia furo, mas afinal não era. Fizemos uma pausa estratégica para um pequeno-almoço reforçado e seguimos em busca de uma oficina. Tivemos de voltar atrás alguns quilómetros até à Casa Ribeiro, em Vieira de Leiria.
Reviraram o pneu de cima a baixo... nada. Começava a parecer que íamos ter de desmontar meia mota. Até que — como nos bons filmes — o filho do Sr. Ribeiro dá um toque na válvula "et voilà! Estava ressequida e a perder ar. Trocaram-na ali mesmo, com uma simpatia e profissionalismo de louvar. Perdemos uma hora, mas ganhámos respeito por quem ainda sabe o que é desenrascar alguém. Obrigado, Casa Ribeiro! (www.casaribeiromotos.com) Bem haja!
Problema resolvido, seguimos para Aveiro, onde fizemos mais uma breve paragem.
DE seguida, montados nas nossas máquinas, rumámos a Gulpilhares e Valadares, para visitar a incrível Capela do Senhor da Pedra — um verdadeiro postal à beira-mar!
Sob um calor abrasador, seguimos até ao Km 0 da N222, em Vila Nova de Gaia. Paragem estratégica no restaurante Parque Santa Luzia, onde, por apenas 10€, comemos uma refeição que parecia saída de um banquete: sopa de peixe, salada russa com filetes de pescada gigantes, pão, bebida, café… e ainda sobrou espaço para a sobremesa (quer dizer, não sobrou — estávamos demasiado cheios).
Cá em baixo, não se come tão bem… nem tão barato.
Além disso passados 30 segundos já estávamos a conviver com 3 outras pessoas da mesa do lado. Por sinal malta bem disposta e simpática!
Atravessámos a belíssima N222 com destino a Peso da Régua, onde íamos jantar, tomar um merecido banho e descansar. Pelo caminho, desviámo-nos um pouco da rota — culpa de sinalização confusa (e de um GPS que não ajudou muito). Dica útil: fiquem atentos aos marcos antigos na berma direita — são os vossos melhores guias.
Ainda houve um momento de desencontro em Castelo de Paiva, mas nada que nos travasse.
Com mais uns quilómetros nas rodas, chegámos finalmente ao Peso da Régua, no meu caso com 520 kms.
Jantar? No clássico Restaurante O Maleiro:
Dormida? Na simpática Residencial Douro!Abraço a todos e boas curvas!
Episódio 2 em breve! Mas... podem ver este pequeno vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=zS8N-SAnf0U











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Boa essa estrada Atlântica é espetacular, EN 222 fabulástica . Abraço e boa continuação. Vai reportando. 👍
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