terça-feira, 18 de junho de 2013

Suzuki regressa à competição no Mundial em 2015

Boas pessoal!

Pois é... Afinal ainda não será em 2014 que teremos a Suzuki de volta ao MotoGP :-(


Depois do primeiro dia de teste na Europa ter sido classificado como um sucesso, o director do projeto de MotoGP da Suzuki, Satoru Terada, explicou porque a Suzuki vai adiar por mais um ano o regresso à classe rainha. De acordo com a Suzuki, o desafio que a marca enfrenta divide-se em duas partes, uma tem a ver com a eletrónica a outra terá a ver com o consumo de combustível. Estes dois aspetos terão sido suficientes para adiar a entrada da Suzuki no MotoGP.
No caso da electrónica a Dorna definiu que as motas deverão usar uma centralina generalista (Magneti Marelli), as que não usarem esta centralina ficarão limitadas a apenas 20 litros de combustível, o que para uma corrida de cerca de 120 km poderá ser uma tarefa difícil.
Recorde-se ainda que a centralina actual da moto testada (a par das últimas Suzuki que correram no MotoGP) eram de construção da Mitsubishi, o que obrigará a apenas correrem com os tais 20 litros.
A Yamaha e Honda também usarão centralinas desenvolvidas por si mesmo, sendo que a Yamaha já referiu que tem gasto mais de 21 litros por corrida.
Todas estas condicionantes levaram à Suzuki adiar a entrada no MotoGP apenas para 2015.



Notas: o responsável desportivo será o italiano Davide Brivio e os pilotos serão (em principio) o francês Randy de Puniet e o nipónico Nobuatsu Aoki.
A nova máquina (quatro cilindros em linha e 1.000 cc), já realizou os testes oficiais no circuito da Catalunha, em Barcelona, tendo rodado a “apenas” sete décimas do melhor tempo do teste, obtido por Jorge Lorenzo, e permitiu a Randy de Puniet rodar consistentemente durante várias voltas e com tempos muito próximos das máquinas da frente, sem mostrar qualquer problema técnico.
Image A última vitória da Suzuki no MotoGP foi em 2000, pelas mãos de Kenny Roberts.
O regresso da Suzuki, juntará: Honda, Yamaha e Ducati, e dará ao MotoGP pelo menos quatro dos maiores construtores na competição máxima do motociclismo de velocidade.
 
Não sei, mas cheira-me que no final de contas o Casey Stoner tinha razão quando dizia que a Dorna com tantas e complicadas regras acabaria por estragar o espetáculo que é o MotoGP! 
 
Abraço a todos e boas curvas!

Hélder Rodrigues vence e já lidera na Argentina

Boas pessoal,

Pois é... o nosso conterrâneo Hélder Rodrigues continua a dar cartas por esse mundo fora!
Força Hélder!

" O piloto português foi o mais rápido na tirada entre San Miguel de Tucuman e San Fernando del Valle de Catamarca.
Hélder Rodrigues vence e já lidera na ArgentinaO português Hélder Rodrigues (Honda) venceu hoje a segunda etapa do rali argentino Desafio Ruta 40, quarta ronda do Campeonato do Mundo de todo-o-terreno, e assumiu a liderança da prova à frente do espanhol Marc Coma (KTM). Depois do cancelamento da primeira etapa, que estava agendada para segunda-feira, devido a condições meteorológicas adversas, o piloto luso entrou da melhor forma na prova sul-americana, ao ser o mais rápido nos 346,51 quilómetros cronometrados que ligaram San Miguel de Tucuman e San Fernando del Valle de Catamarca.
Rodrigues completou o percurso em 4:54,48 horas e foi 2.04 minutos mais rápido do que Coma, atual campeão mundial e líder do campeonato, e deixou Paulo Gonçalves, seu compatriota e companheiro de equipa na Honda, na terceira posição, a 3.04 minutos.
Na quarta-feira, a terceira etapa vai ligar San Fernando del Valle de Catamarca e Belén, com um percurso 466,17 quilómetros cronometrados, naquela que é a tirada mais longa da competição."
Fonte: http://desporto.sapo.pt/motores/artigo/2013/06/18/h_lder_rodrigues_vence_e_j_lide.HTML
Abraço a todos e boas curvas!
 

domingo, 16 de junho de 2013

MotoGP - Gran Premi Aperol de Catalunya 2013

Boas pessoal,

Pois é... Hoje foi dia de MotoGP!
Por acaso até consegui a classe rainha, mas antes disso há que saudar o bom resultado do piloto nacional Miguel Oliveira na classe de Moto3! O piloto português partiu do terceiro lugar e acabou por levar a máquina da Mahindra até ao sexto posto! Ao Miguel um grande bem haja!
Quanto ao MotoGP não há muito a relatar.
No GP da Catalunha os pilotos espanhóis foram mais uma vez reis e senhores! No pódio nada mais, nada menos que três espanhóis! Lorenzo, Pedrosa e Marquez. Nada mais a dizer!
O Lorenzo arrancou para uma vitória clara e incontestável. A disputa pelo segundo lugar foi discutida pelos dois pilotos da Honda, onde mais uma vez na última volta o jovem piloto Marquez ia deitando tudo a perder (este moço quando conseguir controlar os seus ímpetos de forma consciente será um caso sério.
Além disto há que destacar o quarto lugar do "velhinho Rossi", as imensas quedas (oito salvo erro) e o ponto conquistado pelo piloto Javier Del Amor na sua primeira aparição no MotoGP.


MotoGP Catalunya Resultados 2013:
1. Jorge Lorenzo (Yamaha)
2. Dani Pedrosa (Honda)
3. Marc Marquez (Honda)
4. Valentino Rossi (Yamaha)
5. Stefan Bradl (Honda)
6. Bradley Smith (Yamaha)
7. Andrea Dovizioso (Ducati)
8. Aleix Espargaro (ART)
9. Colin Edwards (FTR-Kawasaki)
10. Michele Pirro (Ducati)
11. Danilo Petrucci (Ioda-Suter)
12. Claudio Corti (FTR-Kawasaki)
13. Yonny Hernandez (ART)
14. Bryan Staring (FTR-Honda)
15. Javier del Amor (FTR)
16. Lukas Pesek (Ioda-Suter)

MotoGP Championship Points 2013:
1. Dani Pedrosa,        123
2. Jorge Lorenzo,      116
3. Marc Marquez,        93
4. Cal Crutchlow,        71
5. Valentino Rossi,      60
6. Andrea Dovizioso,  59
7. Nicky Hayden,        45
8. Stefan Bradl,           41
9. Alvaro Bautista,      38
10. Aleix Espargaro,   36

Abraço a todos e boas curvas!

quinta-feira, 13 de junho de 2013

13 de Junho de 2013 - Roca

Boas pessoal,

Pois é...
Agora com os afazeres de papá recente o tempo não escasseia, VOA! É um espetáculo o meu bebé :-), consome-nos o tempo todo, comemos quando ele nos deixa, dormimos quando ele o permite, enfim, é uma "coisinha com poucos dias" mas na verdade quem manda é ele!
 
Ainda assim quero ver se pelo menos uma vez por semana ou na pior das hipóteses de quinze em quinze dias pego na minha loiraça e gasto uma beca de combustível (só mesmo para mexer com a economia - lololol).
 
Como o tempo disponível é cada vez menor, combinámos uma pequena voltita à Roca.
 
Ponto de encontro: Galp junto ao "Strada Outlet" às 10h30.
Participantes:
- Edu/GSXR;
- Ivo/CBR;
- Pedro/RSV;
- Rui/XX;
- Sérgio/GSXR.
 
Na Roca apareceram:
- Venâncio/XX;
- Nuno/Hornet.
 
Após chegarmos ao posto de combustível e termos atestado lá saímos com uns minutos de atraso. Seguimos rumo à Lagoa Azul onde brincámos uma bequinha.
Chegámos à Roca, bebemos uns cafezitos e juntaram-se a nós o Carlos Venâncio e o Nuno Soares.
Estivemos todos na galhofa, história para cá, história para lá e quando demos conta já era perto do meio-dia e meio. Arrancámos novamente rumo à Lagoa Azul e deslocámo-nos até casa.
E pronto. Lá derretemos mais uns litros de gota, que em comparação com o café até está bastante barata (um litro de gasolina custa cerca de 1,63 € o café custa 1€ a chávena) :-)
 

 

Abraço a todos e boas curvas!
P.S. afinal os vídeos estão ok! lolololol!

sábado, 8 de junho de 2013

O testemunho de Nuno Caetano o representante de Portugal no TT Trophy

Boas pessoal,
 
Pois é...

Abaixo fica o testemunho do piloto Nuno Caetano que participou na melhor e mais louca corrida do motociclismo mundial o TT que decorre na ilha de MAN.
Pena que este ano o saudoso Luís Carreira não esteja presente como habitualmente :-(

Nuno Caetano é o "glorioso maluco" português na Ilha de Man
 
Nuno Caetano participa na corrida pelo segundo ano
 
Eles ousam em duas rodas, que transpõem estradas secundárias e de montanha a 300 quilómetros por hora. Porquê provocar o perigo? "É bom ainda haver lugares onde se pode exercer a liberdade de tomar riscos", responde quem lá anda.
 
"Resisto sempre a tirar grandes implicações filosóficas do que no fundo é um conjunto de pessoas a andar depressa de mota." É desta forma que o português Nuno Caetano explica o fascínio das provas de motociclismo de estrada na Ilha de Man, que terminam esta sexta-feira. É a prova mais "apetecida", mas também a mais perigosa, para os participantes no Tourist Trophy (TT). Todos os anos, a pequena Ilha de Man, de 572 quilómetros quadrados, situada no Mar da Irlanda, entre Inglaterra e a Irlanda do Norte, fica lotada por pilotos e aficionados que se juntam para ver as motas a acelerarem nas estradas da ilha. Um destes "gloriosos malucos" é Nuno Caetano. O "motard" nacional, pela segunda vez a competir na Ilha de Man, correu, esta semana, por quatro vezes, tendo ficado entre o 33º e o 43º lugares. Posições que o próprio, em entrevista à Renascença, reconhece serem modestas, mas que se explicam, segundo Nuno Caetano, pelo facto de estar a competir com a nata do motociclismo de estrada.

Que balanço faz da sua participação na edição deste ano do TT Ilha de Man?Positivo. Qualifiquei-me facilmente para todas as corridas e melhorei consideravelmente os meus tempos por volta. Desportivamente, os resultados absolutos são relativamente modestos, mas tenho de ser realista e ter em mente que estou a competir com a nata do 'road racing' internacional, muitos deles profissionais e com estruturas e maquinaria muito mais competitivas. O TT demora pelo menos três anos a aprender. Este é o meu segundo ano, por isso há tempo para melhorar.
 
É dos poucos portugueses que já participou nesta prova. O que é que o fascina na Ilha de Man?A prova é única. Cada volta soma mais de 60 quilómetros, atingem-se velocidades de 300 quilómetros por hora e médias, por volta, acima dos 200 quilómetros por hora. Tudo isto em estradas secundárias e de montanha. Não há mais lugar nenhum no mundo em que se possa fazer isto!
 
Um documentário francês diz que o TT é, acima de tudo, uma questão filosófica, no sentido de ser contra-corrente, de contrariar tendências e convenções e ser um dos maiores desafios desportivos aos limites da resistência humana. Concorda?Concordo, em parte. O mundo actual está cada vez mais hermético e obcecado com a seguranca em todas as suas formas. É bom ainda haver lugares como a Ilha de Man e provas como o TT, onde se pode exercer a liberdade de tomar riscos. Por outro lado, resisto sempre a tirar grandes implicações filosóficas do que, no fundo, é um conjunto de pessoas a andar depressa de mota.

Como se explica o fascínio pelas "road races"? É nas corridas de estrada que está a essência mais pura, a alma do motociclismo?Houve um piloto que resumiu bem esta questão, dizendo que, se as corridas de pista são como o montanhismo, as de estrada são como o montanhismo, mas sem corda. O grau de perigo, obviamente, é maior, o que faz com que as sensações que daí se retiram, eventualmente, também o sejam. Isto não é, de todo, linear, cabendo a cada um escolher o nível de risco que está disposto a assumir. Para muitos, a pista chega. Para mim, não.

O TT é extremamente perigoso, com um número elevado de acidentes mortais. Esta semana, a Cadena Ser entrevistava o espanhol António Maeso (antes do acidente que o atirou para o hospital de Liverpool, em estado muito grave) e fazia uma pergunta que impressionou: como é participar numa competição em que a probabilidade de chegar ao fim sem vida é de 3%?Não se pode pensar nas coisas dessa forma. Rodam-se milhares de quilómetros de corrida sem que haja um único acidente. Se formos a ver, a probabilidade de morrer de ataque de coração é de 20%, de cancro 16.67%, etc.. Não quero com isto dizer que não é uma actividade de alto risco, porque o é. Daí que, para aqui se andar com segurança, é preciso uma combinação de experiência, preparação e, sobretudo, muito bom senso em cima da mota.

Como descreve o ambiente que se vive em torno da prova? É verdade que os locais acolhem em suas casas pilotos e espectadores numa atmosfera ímpar?A Ilha de Man é, sem dúvida, um lugar especial, também nesse sentido. Os locais são ímpares e incansáveis a receber turistas e visitantes. A ilha está habituada a ficar, durante o TT, literalmente a rebentar pelas costuras. A oferta hoteleira não é suficiente. Logo, são os particulares a prontificarem-se a resolver o problema.

Outra das características é a importância da rádio na prova. Com um circuito de mais de 60 quilómetros, não há transmissão televisiva. São aos milhares os espectadores com transístores...Há duas razões para isso. Em primeiro lugar, há um grande respeito pela tradição e as corridas sempre foram transmitidas pela rádio. Em segundo lugar, tecnicamente, não é fácil seguir em directo e pela televisão uma prova cuja volta mede 60 quilómetros. Eventualmente, de helicóptero [seria possível], mas a perspectiva não seria a melhor. Eventualmente, passaremos a ter o TT em directo e em HD. É apenas uma questão de tempo.

Como descreve o circuito? Dizem que é parecido com o antigo Vila Real (aliás, Vila Real já fez parte do campeonato TT e o mítico Joey Dunlop correu na Princesa do Corgo no inicio da década de 80). Como é que o memoriza?Infelizmente, nunca rodei em Vila Real, pelo que não posso comparar. O circuito, muito resumidamente, é uma ida da capital, Douglas, até Ramsay, do outro lado da ilha, pelo meio da floresta, com retorno pela estrada de montanha. Os lisboetas podem imaginar uma ida pela serra de Sintra, com regresso pelo Cabo da Roca. Eu, no primeiro ano que cá vim, fiz umas 40 ou 50 voltas de carro, intermeadas com visionamento de videos 'onboard' e voltas na Playstation. Parece básico, mas ajuda mesmo.

Na sua moto (vermelha e verde) tem a inscrição "Visit Portugal". Não tendo nenhum apoio oficial, porque o faz?Carolice. Corro com licença portuguesa por opção própria, apesar de não ser a solução mais fácil para o meu tipo de provas, e tenho orgulho de ver a bandeira nacional hasteada pela minha presença nos eventos em que participo. A mota acaba por ser muito fotografada e, já que não posso andar com uma bandeira pendurada, ando com o lema 'Visit Portugal' para chamar atenção para o nosso país.

Quais são os próximos desafios? Vai continuar nas corridas de estrada no Reino Unido? Vai estar em Macau?Vou. Tenho o calendário preenchido até ao final do ano, com provas de estrada em Inglaterra, Irlanda do Norte, Ilha de Man (Manx Grand Prix) e, eventualmente, Bélgica e República Checa. O plano é acabar o ano em Macau.

E o futuro do motociclismo em Portugal? Miguel Oliveira, no Mundial, trará a visibilidade internacional que se precisa?Não só o Miguel Oliveira, como o Ivo Lopes, Miguel Praia, Pedro Nuno e outros que estão ou estiveram no panorama internacional. Espero que não acabem por 'morrer na praia' por falta de apoios, mas o risco é grande que isso aconteça.
 
07-06-2013 17:00 por
Hugo Monteiro e José Bastos
 
Fonte: Rádio Renascença
 
Abraço a todos e boas curvas!

Maxx Biaggi de volta aos circuitos?

Boas pessoal,

Pois é...
Depois de anunciar o final de carreira, o piloto italiano,  Massimiliano Biaggi nascido em 1971 está (provavelmente de volta aos circuitos).
A grande dúvida é mesmo: MotoGP (existe interesse de várias equipas) ou WSBK?
Aparentemente existe um acordo para Maxx Biaggi realizar uns testes de um protótipo Ducati da Pramac. A Pramac revelou que o acordo com Biaggi é apenas para o teste em Mugello, embora existam rumores de que este acordo pode sofrer alterações que, ao que tudo indica, podem significar que Biaggi regressa oficialmente ao MotoGP.
 
Por outro lado existem rumores vindos da casa de Hamamatsu que dão conta que o ex-piloto regressa à competição, na classe de MotoGP, com a nova equipa da Suzuki (GSV-R) já no próximo ano de 2014! Continua assim de pé a possibilidade do "Corsário" ficar encarregue do desenvolvimento da GSV-R (como aconteceu com a Aprilia RSV4 Factory para o WSBK), e existe a possibilidade de ainda nesta temporada aparecer como “wild-card” em alguns circuitos de MotoGP esta temporada!
 
 
 
 
 
Para ver mais:
 
A meu ver, será sempre um bom regresso (seja qual for a equipa), o regresso de um ícone do motociclismo!
 
Abraço a todos e boas curvas!