Depois do primeiro dia de teste na Europa ter sido classificado como um sucesso, o director do projeto de MotoGP da Suzuki, Satoru Terada, explicou porque a Suzuki vai adiar por mais um ano o regresso à classe rainha. De acordo com a Suzuki, o desafio que a marca enfrenta divide-se em duas partes, uma tem a ver com a eletrónica a outra terá a ver com o consumo de combustível. Estes dois aspetos terão sido suficientes para adiar a entrada da Suzuki no MotoGP.
No caso da electrónica a Dorna definiu que as motas deverão usar uma
centralina generalista (Magneti Marelli), as que não usarem esta centralina ficarão
limitadas a apenas 20 litros de combustível, o que para uma corrida de cerca de
120 km poderá ser uma tarefa difícil. Recorde-se ainda que a centralina actual da moto testada (a par das últimas Suzuki que correram no MotoGP) eram de construção da Mitsubishi, o que obrigará a apenas correrem com os tais 20 litros.
A Yamaha e
Honda também usarão centralinas desenvolvidas por si mesmo, sendo que a Yamaha
já referiu que tem gasto mais de 21 litros por corrida.
Todas estas condicionantes levaram à Suzuki adiar a entrada no MotoGP apenas para 2015.
Todas estas condicionantes levaram à Suzuki adiar a entrada no MotoGP apenas para 2015.
Notas: o responsável desportivo será o italiano Davide Brivio e os pilotos serão (em principio) o francês Randy de Puniet e o nipónico Nobuatsu Aoki.
A nova
máquina (quatro cilindros em linha e 1.000 cc), já realizou os testes oficiais
no circuito da Catalunha, em Barcelona, tendo rodado a “apenas” sete décimas do
melhor tempo do teste, obtido por Jorge Lorenzo, e permitiu a Randy de Puniet
rodar consistentemente durante várias voltas e com tempos muito próximos das
máquinas da frente, sem mostrar qualquer problema técnico.
O regresso
da Suzuki, juntará: Honda, Yamaha e Ducati, e dará ao MotoGP pelo menos quatro dos
maiores construtores na competição máxima do motociclismo de velocidade.
Abraço a todos e boas curvas!

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