quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Boas Festas!

Bem meus caros,

Esta é uma época de balanço a todos os nivéis. Amoroso, Amizade, Saúde, Económico, Profissional, etc, etc...
Para mim foi um ano pautado pela estabilidade. Atingi alguns objectivos, outros ficaram pelo caminho, mas se assim não fosse para o ano não teria nada a alcançar...

Todos fomos/somos afectados por esta crise que teima em não passar. A vida é feita de ciclos, uns melhores outros piores, mas juntos havemos de conseguir tornear esta maldita.

Aquilo que desejo a todos aqueles que fazem parte da minha "pequena vidinha" é o que pretendo para mim e para os meus, ou seja:

Um ano cheio de saúde, amor, amizade e principalmente: ALEGRIA!
Ah e que o próximo ano tenhamos verão desde Janeiro para que possamos retomar os nossos passeios de mota!

Um Santo Natal e um Excelente 2011 são os desejos do vosso amigo Edu.
Abraço a todos e boas curvas (No Reveillon tenham cuidado com o álcool! Ou seja, não o ponham no depósito das vossas meninas!).

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Paixão pelas duas rodas

Donde vem a minha paixão pelas duas rodas?

Desde que me lembro que sou gente sempre gostei de motas.

Mas não começou logo dessa forma...Vou-vos dar uma breve descrição da minha experiência/paixão pelas duas rodas:

Triciclo Sobrinca; a minha primeira aventura foi num triciclo da Sobrinca. Ok! Não eram duas rodas, eram três! Mas não deixa de ser um inicio... Era um triciclo modesto que os meus pais me ofereceram (com a ajuda de alguns bons vizinhos) tinha eu cerca de 2 anos. Ainda me recordo bem dele e dos belos momentos que passei na companhia do mesmo.

Bicicleta: a minha primeira bicicleta foi-me dada pelos meus pais tinha eu pouco mais de 4 anos.
Nunca esquecerei aquele dia... Era um dia de Santos Populares, não me recordo de qual. Era já bastante tarde, sei que andávamos a saltar a fogueira e nos petiscos. Recordo-me bem da imagem do meu pai com a bicicleta às costas. Não me lembro da marca, era laranja e daquelas que dobravam ao meio, lembro-me que tinha a marca a cromado e tinha uns desenhos do Viking Vickie.
Recordo-me ainda que os primeiros tempos não foram fáceis. Não tinha grande jeito para "montar" a menina (coisas de putos). Depois com a ajuda do meu pai lá fui perdendo o medo e lá apanhei o jeito... Lá foram sucedendo inúmeras bicicletas, umas atrás de outras...

Zundapp 4:
A primeira motorizada que me lembro de me sentar. Foi pertença do meu velhote até à bem pouco tempo. Foi roubada de um telheiro lá de casa à pouco mais de 1 ano. Ainda antes de ser roubada, era ligar a chave, dar ao Kick "et voilá"! Pegava sempre à primeira!
Hoje em dia existe a precupação de respeitar as quilometragens das nossas motas (quase religiosamente), naqueles tempos, aquelas motas nem sabiam o que era isso! Não me recordo de uma única revisão feita na Zundapp! Hoje olho para trás e dá vontade de rir...
A primeira (e única) overdose, apanhei nessa moto a snifar gasolina de mistura. Adorava sentar-me em cima dela, abrir o depósito quenem chave tinha e ficar por ali a cheirar aquele odor (a infância tem destas inocências). Hoje tal é impensável, além de me chamarem de toxicodependente, teria extrema dificuldade em encontrar a velha "droga/gasolina" de mistura para alimentar o vicio. Foi onde dei os "primeiros passos" de mota, que é como quem diz as primeiras aceleradelas. Tinha um ruído inconfundivel que denunciava sempre a chegada do meu pai a casa.


Casal 4: esta era a mota do meu tio José. Com umas linhas mais recentes. Cheguei a dar umas voltitas com ele e simular umas passeatas com o pessoal da familia (conforme comprova a foto abaixo).






Honda Vision: agora sim, o meu primeiro veículo motorizado! Mas antes de chegar aí...
Tudo começou com... um acidente! Os meus pais (e principalmente a minha mâe) sempre me deixaram muito claro que não me queriam a andar de mota. Pois, como menino bem comportado (ou não) que "sempre cumpria as regras" lá quebrava essa regra de vez em quando.
 Um certo dia de fim-de-semana (fatidico em todos os aspectos) íamos de mota buscar uma bola de futebol para uma peladinha. Arrancaram umas 3 ou 4 motas, está-se mesmo a ver mais que dá...E assim foi, ia a pendura do meu primo, caímos, ele partiu uma perna e eu voei (literalmente) e aterrei uns metros mais à frente. Apesar de não levar capacete (acho que desde aí nunca mais o fiz) "apenas" fiz traumatismo craneano. O pior soube ainda no hospital, através do médico que me disse que o meu SLB estava a perder com o SCP desde os primeiros instantes de jogo (golo de Balakov no 1º minuto e de Cadete mais tarde). Não era o meu dia decididamente...
Assim que tive alta o meu pai chegou-se perto de mim e disse-me: "Mais vale comprares uma motorizada, assim o único responsavel pelas tuas acções serás tu mesmo!" Nem queria acreditar.
Fomos até malogrado "Chinês" (Motobrito) e lá comprei (sem muita vontade, mas o dinheiro também não abundava) a minha 1ª motorizada uma Honda Vision de finais dos anos 80 (se a memória não me trai). Meus caros foi a pior compra da minha vida! Acho que me custou uns 70 contos. A motorizada fazia 50 kms e tinha de trocar a vela! Simplesmente brutal e pior o chinês reparava-a mas tinha de ser eu a comportar os custos (nesta altura não havia Livro de reclamações e a DECO não sei se existiria). Rapidamente conclui que não era coisa para mim...

Yamaha DT LC de 1991: numa frase: o primeiro grande amor da minha vida! Viviam-se os anos 90, mais precisamente 1992, a grande paixão do adolescentes daquela altura eram as chamadas LC's! Todos queriam ter uma! Eu não fugia à regra! O dilema era o preço! Nova não conseguia chegar lá, usada o meu pai alertva-me com o caso da Vision. Deambulava entra a LC usada ou uma Boss (outra excelente motorizada) nova. Lá encontrámos uma usada de alguém conhecido e que à partida estaria em excelentes condições. Assim foi! Julgo que paguei na altura 180 contos pela menina, mas confesso-vos que valeu todos os escudos que custou! Na primeira noite, acordei por volta das 4:00 e fui à garagem ver se a mesma estava lá! É verdade! Nem queria acreditar! No primeiro dia sonhei, no segundo acordei, peguei na mota e...caí à entrada para os Casais da Serra. Prática era zero, e a mota trazia uns pneus cardados, impróprios para estrada que ainda para ajudar à festa estava molhada!
Nessa mota caí por 3 vezes. Apenas numa delas me magoei junto com um dos meus parceiros de luta: Mário. Com esta LC vivi intensamente jornadas incrivéis que alguns podem testemunhar. Geralmente andava na LC e o meu primo Bruno de NSR. Ainda hoje me pergunto como "sobrevivemos" a tanta asneira feita! Haviam sempre dois penduras companheiros que "alinhavam" em "picanços tolos" e que nunca queriam chegar depois senão teriam que pagar o almoço/lanche ou jantar. Passámos grandes momentos que nunca esqueceremos, certo? Bruno, Valter e Mário e mais tarde com o Nuno, foram momentos incriveis com uma outra cicatriz, mas muito para recordar...

Os anos passaram, tirei a carta A e B, comprei um carro, um outro e mais outro, mas sempre com a LC por perto. Até ao dia que decidi adquirir uma moto mais potente. Mais uma vez o dinheiro não abundava e lá comprei uma...

Yamaha XJ 600 S Diversion de 1993: uma moto não muito bonita, não muito rápida mas económica e que me permitia ir a qualquer lado sem me deixar ficar mal. Lá tive de de "desfazer" da velhinha LC (até hoje foi a que mais me custou deixar ir...). Nesta moto não devo ter feito mais de 2000 kms. Ia trabalhar, treinar e dar uns passeiozitos de fim-de-semana. Ah! E fui igualmente nesta moto que fiz um primeiro ensaio de condução à Mónica (que nem correu mal de todo). Quanto a grandes aventuras, não era moto para esse efeito. Outra curiosidade foi descobrir que após a ter vendido à já 4 anos, a mesma ainda permanecia em meu nome. Tiveste sorte Cândido, muita sorte... 

Após a venda da XJ houve um interregno de cerca de 4 anos sem qualquer tipo de mota. Até que fui trabalhar como estafeta para uma empresa de Impermeabilizações. A minha ferramenta de trabalho, era nada mais nada menos que uma XT 600 de 2005.
Uma excelente moto, que me voltou a despertar o bichinho adormecido. Assim foi trabalhei aí cerca de um ano, onde voltei a experimentar aquelas excelentes sensações que só "elas" nos podem fornecer. Tinha de voltar a ter uma minha...

Honda SLR 650 de 1999: uma motinha que fazia lembar a XT.
Condução fácil, muito fiável (tirando o problema que me deu nos travões), bastante económica, com um barulhinho muito bacano (devido aos dois escapes que possui) e principalmente muito divertida de conduzir. O senão...era a velocidade de ponta e a "porrada" que se apanhava numa viagem um pouco mais longa. Comprei, vendi e parti para outra, porque "Parar é morrer!"

GSXR 600 SRAD de 1998: em termos motociclisticos acho que foi o segundo amor da minha vida. Uma GSXR SRAD (sempre gostei muito da mota) de 1998 (cerca de 10 anos) azulinha e branca com a pintura de origem (pequenas arranhadelas). Viria a ser o terceiro dono da menina. Escape Pulsar e um ronco de invejar, aliás, ainda hoje quando tenho o previlégio de passear com ela dá uma certa inveja aquele ruído tão caracteristico. Comprei, fiz uma boa revisão (que contou com a ajuda do amigo Telmo), fiz uns bons kms, dei umas voltinhas bacanas, foi estranho no inicio, pois estava mais habituado a motinhas de trail, mas "o hábito faz o monge". Actuamente está na posse do amigo Fábio a quem desejo desde já a maior felicidade com aquela linda menina.

GSXR 750 de 2000: a minha actual paixão... Nada acontece por acaso, tinha vendido a GSXR 600. No preciso dia em que estava a fazer a reserva de Expresso para ir buscar uma "Busa" ao Algarve, faço uma pesquisa de última hora (eram cerca de 2:30) "et voilá"! Não é que encontro a minha actual menina a um preço justo e ao que parecia em bom estado? A acrescentar a isto ainda por cima "morava" bem perto (Sobreiro). O anterior e único dono tinha posto o anúncio naquele mesmo dia. Na manha seguinte liguei logo e agendei um encontro para ver a dita! Ainda por cima tenho um primo (Miguel) que mora no Sobreiro e conhecia a mota em questão...
Assim que lhe pûs a vista em cima foi amor à primeira vista. Acordámos o valor (o Sr. Rogério não baixou um cêntimo!), selámos o acordo e no dia seguinte lá fui buscar a menina (chovia imenso, mas nem isso me conseguia fazer desanimar). 
E pronto é a bela e actual história de amor que alguns de vós já conhece. Aquilo que desejo é que dure por muito e bom tempo, com muita alegria e muitos kms feitos na companhia de todos vós...

Agradeço a todos aqueles que conseguiram ler este "post" até ao fim! Alonguei-me um pouco, mas esta é a minha curta experiência com duas rodas...

Abraço a todos e boas curvas

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

28-11-2010 um apertinho na Auto-Estrada ???

Tempo um pouco nublado, mas com poucas probabilidades de ocorrencia de chuva, vento moderado, temperatura entre os 12 e 15 graus.
Ponto de Encontro: Ginásio Equilibrio
Horas:10:00 (10:00 o Rui, 10:06 myself).
Destino: Sem destino inicial!

Pois, não é costume mas desta feita cheguei cerca de 5 minutos atrasado (detesto que me façam esperar, mas odeio mais que esperem por mim).
Como a estrada estava molhada o Rui sugeriu irmos fazer um passeio mais de auto-estrada. Assim foi após uma passagem no posto de combustivel mais próximo (posto de ladrões, mais precisamente) lá arrancámos.
Fomos pela auto-estrada (onde perdi o gorro que mais gostava), demos um aperto (QB) nas meninas, bebemos um cafézinho, trocámos dois dedos de conversa e tudo correu na normalidade.
Fui munido de duas máquinas para registar alguns momentos, mas fracassei. A de filmar apenas filmou os manómetros parcialmente, a fotográfica (pu-la a fazer video) desligava-se a partir de uma certa velocidade (não muita, certo Rui?).
Resumindo, ainda não será desta que vos apresento uns videos dignos de desse nome.
Ainda assim tenho estas duas fotos de duas personagens já vossas conhecidas:


Pessoal! É impressão minha ou andam todos a baldar-se? Será do tempo? Têm medo da chuva ou do frio?

Abraços e boas curvas

Porquê essa tara?

Já ouvi por diversas vezes:
- Mas porquê essa tara/mania/obsessão de tanto andar de mota?
Também vocês devem ser massacrados com esta questão.

No meu caso á a minha esposa, os meus pais, amigos e conhecidos que sempre me estão a perguntar.
Pois vou tentar passar a explicar.
Actualmente todos nós vivemos uma vida deveras stressante. Saímos de casa já atrasados, quase sem tempo para tomar o pequeno almoço. Chegamos ao trabalho e somos bombardeados com mails, telefonemas, tarefas, etc, etc.
Não me queixo... O trabalho é isso mesmo, se fosse divertido não existia taxa de desemprego.
No meu caso particular o trabalho é a dobrar, pois além do trabalho a full-time (9:00/18:00) ainda vem o part-time (18:30/21:30). É uma vida "dura" como tantas outras, mas além de existir pior, há quem nem sequer trabalho tenha. Por isso estou menos mal.
Agora vamos ao cerne da questão. Vivendo uma vida em constante correria e muito ocupada sobra muito pouco tempo para o lazer (sem esquecer que entre os 2 trabalhos ainda consigo arranjar tempo para praticar Desporto umas 4/5 vezes por semana, já é um vicio) estas voltitas ao domingo dão-me um animo, uma força extra. Decidi que o domingo de manha seria meu, seja ele passado como for.
Na grande maioria das vezes é passado a dar umas voltitas de moto, se puder ser acompanhdo por pessoal amigo, tanto melhor.
Andar de mota faz-me retemperar, encher os pulmões de ar, carregar as baterias, enfim é uma sensação muito boa que só quem conhece sabe dar valor.
As motos têm imensas vantagens (tráfego, estacionamento, etc) e igualmente desvantagens (condicionantes das intempéries, acidentes, etc, etc...), mas além de tudo isso têm um "je ne sais quoi".
Quando circulas de enlatado, não sentes o vento no corpo e cara, não tens aquela sensação de liberdade, não te causa aquele bem-estar que todos nós conhecemos.

Gosto porque gosto! Tal como o meu pai alivia o stress de um dia de trabalho na sua horta, a minha mãe nos seus bordados, alguns na pesca, uns no café, outros a ver TV, etc...
Aquelas 2/3 horitas de domingo valem o que valem, mas para mim é muito.
Não consegui explicar, mas não é isso que importa, é algo que não se consegue explicar e/ou ilustrar, é algo que se sente, algo que se respira algo que se vive...
É simplesmente DIFERENTE, sem uma explicação óbvia e muito  menos cientifica.
Abraço a todos e boas curvas.

domingo, 28 de novembro de 2010

21-11-2010 Ericeira

Tempo: muito nublado, com aguaceiros e vento moderado.
Ponto de Encontro: Ginásio Equilibrio em Loures.
Destino: Ericeira.
Participantes: porque será, que tenho a impressão que o tempo não está para isto? O número de "Resistentes" assim o determina. Bem os "cromos" foram eu e o Fábio.

Existem dias assim...
Acordas, tens a breve noção de que é domingo, espreguiçaste e vais até à janela ver como está o tempo e a estrada.
Tomas o pequeno almoço a correr e arrancas desalmado direito à "burra".
Poês a menina na rua, mete-la a roncar e "pimba" uma carga de água. Esta é a altura em que devias voltar para a cama e dormires mais umas horitas (pelo menos aquelas que perdes durante a semana de trabalho), mas não! És teimoso que nem uma porta e insistes.
Como se não bastasse ligas ao pessoal todo a ver se alguém alinha na tua "teimosia".
Assim foi. O Fábio estava com a mesma "pica".
Arrancámos rumo à Ericeira, metade da viagem foi feita debaixo de água, ainda assim não nos queixamos.
Fomos até à Foz do Lizandro. Parámos as meninas e fomos beber um café acompanhado por uma tosta mista (para ver se aqueciamos uma beca).
O Bar é bem porreiro~com uma música ambiente, pouca gente (na realidade éramos só nós o "dono" e a cozinheira) a tosta estava boa, mas aquecer...nicles.
Arrancámos direito a casa (em busca do almoço), sempre tranquilos (mais rotação menos rotação).
Existem dias assim...Fazes tudo nas calmas, andas na boa, curtes (até mesmo à chuva), mas quando algo tem de correr mal, simplesmente corre!
Todos nós sabemos que nós (motards e/ou motoqueiros) abusamos um pouco, mas nunca é demais lembrar que grande parte dos acidentes que ocorrem são derivados a terceiros.
Aqueles que acompanham este blogue sabem o que se passou, não é necessário entrar em detalhes, mas nunca é demais lembrar: conduzam com muita precaução, olhem o que fazem, MAS principalmente estejam atentos ao que terceiros podem e certamente fazem!
Desta vez não foi nada de muito grave (umas riscadelas, pousa-pés partidos, mais dano, menos dano, mais €, menos €), mas nem sempre é assim.
Por isso mesmo lembrem-se: Todo o cuidado é pouco! Principalmente quando circulamos com duas rodas, o pára-choques é o nosso corpo e o alcatrão o horizonte mais próximo...

Abraços e boas curvas

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Links de videos alucinantes

Boas meus caros,

Pois é, todos nós pensamos que sabemos conduzir, que curvamos "até ao limite"...
Deixem-se de contar "estórias" mirabolantes sobre curvas quase impossivéis, ultrapassagens heróicas e afins.
Deixo-vos abaixo uns quantos links de verdadeiros guerreiros do asfalto. Quando menciono guerreiros não é que os ache super-heróis, é simplesmente porque fazem o impensável, pelo menos até um dia...
Por favor não tentem fazer isto em casa! Bem, em casa podem (videojogos), mas na estrada não arrisquem! Pronto, não arrisquem tanto! lololol
E agora os links:

http://www.youtube.com/watch?v=oOGJqYhcD2w&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=Onb6S0otJhk
http://www.youtube.com/watch?v=drCGH22QR3c&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=mWhMUmIyYxk&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=FNPHGuktCeI
http://www.youtube.com/watch?v=zwCp_AgkFdM
http://www.youtube.com/watch?v=ZgJYPkQ6ZK4&playnext=1&list=PL91375387330A1CC0&index=76

À medida que encontrar mais uns videos porreiros (ou seja completamente INSANES) vou acrescentando à lista.

Não se entusiasmem!

Abraços e boas curvas.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Petição IVA à taxa reduzida para as actividades desportivas

Petição IVA à taxa reduzida para as actividades desportivas
Boas meus caros amigos,

A grande maioria de nós gosta de praticar desporto;
A grande maioria de nós sabe ou devia saber que praticar desporto é saúdavel e ajuda a combater problemas de saúde/patologias diversas;
A grande maioria de nós deve tentar travar este aumento "absurdo" na taxa do IVA praticado em Ginásios, Academias e afins;
A grande maioria de nós vai assinar e reencaminhar esta petição enquanto é tempo de travar mais este atropelo à nossa qualidade de vida.

Achas justo pagares 6% de IVA num concerto (onde até consomes substâncias que não desejas) enquanto pagas 23% para a tua filha praticar natação?
Achas justo pagares 6% de IVA para correres 1 hora na ponte enquanto pagas 23% por correres num ginásio/academia?
Achas justo pagares 6% de IVA num estádio de futebol enquanto pagas 23% para poderes praticar desporto num recinto para o efeito?

NÃO? Eu também NÂO estou de acordo!

Já fiz a minha parte: assinei e reencaminhei, faz a tua também!

Eu agradeço, a tua saúde agradece, a tua carteira agradece, o estado social deste país também agradece.

Atentamente

Eduardo Rasteiro.

domingo, 21 de novembro de 2010

Existem 2 tipos de Motards

Hoje, (não sei bem porquê) lembrei-me de um "velho" provérbio chinês (julgo que foi Confúcio o criador desta máxima):

Apenas existem dois tipos de motards:
- os que já cairam;
- e os que ainda vão cair!


Por isso todo o cuidado é pouco e trata-se únicamente e apenas uma questão de tempo!

Conduzam com precaução!



Abraço e boas curvas.

domingo, 7 de novembro de 2010

07-11-2010 Cabo Espichel

Tempo: Nublado com algumas abertas, vento moderado por vezes com rajadas fortes.
Ponto de Encontro: Ginásio Equilibrio em Loures.
Destino: sem destino inicial, posteriormente o João sugeriu ir até ao Cabo Espichel.

10:00: Eduardo, João, Fábio Rui e Assis (desta vez fez o papel de atrasado/preguiçoso).
10:30: Arrancámos rumo ao Cabo Espichel pela 25 de Abril, A2.

As meninas:
- Vespa (GSXR 750) do Edu;

- VFR chipada com Pulseira "Power Balance" do João;

- Ruidosa (GSXR 600) do Fábio;

- Linda (Street Triple) do Rui;

- Caloira (porque foi a 1ª vez que alinhou com o pessoal) CBR 600 do Assis.


Percurso feito a um ritmo frenético a uma média espantosa de... 110 km/h! Agora a sério, a ida é sempre mais lenta, ou é só impressão minha???????? As motas à volta andam sempre mais!
Por volta das 11:00 chegámos ao Cabo Espichel. Passeio porreiro, bem mais calmo que as idas à Roca. Não há tanta gente, os que vão são mais conscienciosos ou mais maturos.
Tem umas roulottes porreiras onde às 9:00 já se podem comer umas incriveis bifanas (foi o que ouvi dizer, não que tenha comido alguma) e beber umas jolas. Houve alguém que bebeu uma? Ou não? Eu bebi um cafézito quente!

Algumas fotos da paisagem:

 

Conversou-se bastante...
Alguns diálogos sobre Mitologia Grega:

 Politica:

 

 Concluiu-se que não há nada a fazer, ou como diz o outro: "E tu e eu o que é que temos que fazer? Talvez *****! Talvez *****!"
 Quem é o primeiro a atirar-se ao precipicio? Porquê? Perguntem ao Sócrates!


As nossas meninas:

Ah! Uma foto de grupo (Os 5 Indomáveis Patifes):
Arrancámos pois as nossas meninas já estavam a ficar impacientes! Queriam ser "montadas"! desculpem lá a expressão! Lá viemos mais uma vez naquele ritmo impressionante, "quiça" impressionante mesmo!
Ali no eixo N-S é que tava um vento!
Vi uma VFR a curvar amigos! Não sei o que ela levava no corpo, mas curvava que se fartava... Acho que tinha uma daquelas pulseiras da moda tipo "Power Balance" ou qualquer coisa do género, pois ela equilibrava-se muito bem! lolololololol!

Chegada a Loures, mais uma vez sem imprevistos e com muito boa disposição:



Resumo: mais uma bela passeata dos RFodinhas do Asfalto! Desta vez não se comeu tanto, bebeu-se pouco ou nada, mas a animação foi a de sempre. Passámos um bom pedaço de tempo na companhia de malta bem porreira! Por incrivél que pareça não apanhámos chuva! Bem, nem todos! Eu ainda fiquei à espera da minha cara metade, para que ela desse uma voltita comigo... Esperei cerca de meia hora (ainda com solinho!), quando íamos a arrancar começaram os primeiros aguaceiros... Só aí me apercebi que não tinha banco do pendura, tinha ido com a "baquet", ou seja esperei meio hora sem necessidade e apenas para me molhar, pois a minha cara metade teve mesmo de ir de carro!
Enfim... já dizia o outro: "Passeio molhado, passeio abençoado!"

Para semana o passeio vai ser onde?
Aos que não puderam comparecer só vos digo uma coisa: Pensem numa próxima voltinha!

Abraço a todos e boas curvas!

26-09-2010 Rodizio de peixe em Setúbal



Dia de calor e muito sol!
Ponto de Encontro: Ginásio Equilibrio em Loures.
Hora de encontro: 10:00.
10:00: João e Davillé, Fábio, Sérgio, Edu e Luis aguardam pelos mais "atrasados ou mais preguiçosos", como lhes queiram chamar.
10:30: chegam o Hélder (também conhecido pelo Demónio da Buraca) e pelo Rui.
Ah! Falta apresentar as actrizes principais, aquelas que nos levam a contar estas estórias:
Não! Não são as nossas esposas, namoradas e afins!

As nossas parceiras de duas rodas:
- João e Davillé: VFR 800;
- Fábio: GSXR 600 SRAD (a daquele ronco);
- Sérgio: SV 650 (a do n.º 46);
- Luis: FJR;
- Helder: CBR 600 (600 + IVA);
- Rui: (Triumph Street Triple);
- Edu: Vespa (GSXR 750).

10:40 lá arrancámos rumo a Setúbal, pela 25 de Abril, A2, sempre nas calma, ou quase sempre... O Sérgio em plena A2 chateou-se e passou pelo pessoal na bulina. Os autocolantes do demónio até voaram...
Apesar de irmos nas calmas chegámos a Azeitão cedinho e então o Luís deu a ideia de irmos beber um café ao Portinho da Arrábida. Grande ideia! Com alcatrão cinco estrelas aquelas curvas até souberam a pouco.
Chegámos ao Portinho bebemos um café, comeu-se qualquer coisa, disseram-se umas larachas e eu fui ao banho.


Arrancámos rumo a Setubal, curtimos mais umas curvinhas e após muita indecisão acerca de qual restaurante escolhermos o Luis tomou as rédeas e levou-nos  até um restaurante (do qual não sei o nome) julgo que pertença ao Clube Naval de Setubal.
Bebemos umas cervejolas, bebemos mais umas cervejolas, esperámos... Continuámos a esperar, esperámos mais uma beca...
 E finalmente sentámo-nos!
A espera valeu a pena pois, o peixe estava simplesmente uma delicia. Até os menos apreciadores de peixe (principalmente o Sérgio) se renderam à qualidade do mesmo.
Resumindo estivemos a almoçar das 14:00 até às 16 e picos. Todos gostaram e pagámos pouco (cerca de 13€).



Lá arrancámos de barriguinha cheia (sim porque o peixe também enche, principalmente se comeres mais de uma dezena de diferentes tipos). Fizémo-nos à estrada muito devagar (ou talvez não...) para esmoaer a pança.



Mais km menos km e lá chegámos ao destino e com muita vontade de repetir.
Resumo: Fizeram-se boas curvas, ouve quem fizésse o gosto ao acelerador, comeu-se muito bem, bebeu-se razoável e principalmente CONVIVEU-Se na companhia de malta muito bacana!

Quando repetimos? Luís ficamos à tua espera!

Abraço e boas curvas

Pois é meus caros amigos...

Pois é meus caros amigos....decidi criar este blog onde vou inserir as estórias/fábulas/relatos dos nossos passeios domingueiros!
Até já arranjei um nome para o nosso grupinho: RFodinhas do Asfalto!
Que dizem?
Porquê RFodinhas do Asfalto? Bem, acho que Fodinhas do Asfalto seria um pouco abusado. Assim, quando fizermos umas t-shirt's alusivas ao nosso "grupinho", estava a pensar num logotipo com um "R" a pontapear o "F", por isso RFodinhas do Asfalto!
Agora falta criar um logo bacano.
Está lançado o desafio. Aguardo por sugestões. Entretanto vou tratar de também fazer um esboço.

Pronto está explicado o nome.